Ponte para Terabítia (Filme)

“Feche os olhos mas deixe a mente bem aberta.” Jess é um garoto sonhador e sem amigos, até conhecer Leslie Burhe. Ela desperta nele um mundo completamente diferente, e juntos, criam o secreto Reino de Terabítia. Lá terão que enfrentar criaturas fantásticas provando que nada é impossivel. Prepare-se para encontrar mais do que você jamais imaginou nessa emocionante aventura. (sinopse da capa do filme)

Minha opinião: Jess Aarons vivia seus sonhos e aventuras, apenas através de seus desenhos, pois se sentia discriminado no meio de sua própria família. Seus pais o tratavam como um adulto, enquanto que suas irmãs eram tratadas com todo carinho, amor e mimo.

Ele acaba se identificando com uma nova colega de classe, Leslie Burke, que por coincidência, descobre que também é sua nova vizinha de residência. Sua curiosidade em conhecê-la, é despertada quando numa das aulas ela expressa que não poderia assistir o Programa indicado pela professora, pois não tinha televisão; questionada pelos colegas, afirma que essa era uma decisão de seu pai, que dizia que “assistir televisão queima os neurônios”.

Um dia quando Jess e Leslie voltam da escola, decidem conhecer um bosque, localizado do outro lado de um pequeno riacho, que passa nos fundos de suas residências. Acabam considerando aquele lugar, como um segredo para suas fantasias existenciais e o nomeiam como “Terabitia”; passam a frequentar diariamente a quele lugar, como se fosse um mundo imaginário.

A trama da historia mostra claramente a importância de permitir que as crianças vivam suas fantasias, pois é através delas que aprendem a lidar com seus medos, fracassos, desânimos e frustrações e, paulatinamente vão aprendendo a vencer os obstáculos enfrentados constantemente durante nossa vida.

A criança que lê contos de fadas tem maior facilidade de assimilar as histórias bíblicas e desenvolvem a fé de uma forma mais efetiva. Vale a pena assistir o filme, ou ler o livro do mesmo nome, pois demonstra isso na prática. Leslie não era cristã; um dia convidada por Jess, aceita o convite de muito bom grado e, na Igreja, tem um encontro com Deus, enquanto que a familia de Jess, mesmo sendo cristãos, ainda não tinham tido um encontro marcante com Deus; o comportamento da familia demonstra isso claramente.

O que aprendi: Deus não está confinado a quatro paredes de nenhuma denominação eclesiástica; Ele se manifesta através das nossas vidas, quando abrimos nosso coração para Ele. Ouça o hino “Rude Cruz” que é cantado na Igreja, no dia em que Leslie vai pela primeira vez:

Sonia Valerio da Costa
Em 22/08/2010

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